• Equipe Mulher da Palavra

Chamada para um papel, por Carolyn McCulley


Você já notou como as comédias românticas geralmente terminam com o casamento – e nunca retratam o choque de realidade que segue? 

A Bíblia também fala muito de casamento, mas ao contrário dos filmes, ela nos provê com a necessária informação de como o casamento deve funcionar após a lua de mel.

[…]A primeira vez que fiz rafting, aprendi uma importante lição…mas não sobre o rafting…ou mesmo sobre como sobreviver ao ser lançada em águas agitadas. O que aprendi foi a importância de ser uma boa seguidora.

Meu namorado na época gostava muito de ciclismo e rafting, principalmente de andar de caiaque. Eu até que gostava de ciclismo; conhecemo-nos numa trilha de ciclismo. Mas eu sempre pensei que rafting era algo mais do gosto dele, não do meu.

 Então quando Greg sugeriu que fôssemos fazer rafting juntos, eu recusei. Ele, todavia, não aceitou a minha recusa e insistiu que nos divertiríamos.


 Apesar das minhas queixas, reclamações e resistências temerosa, de alguma forma, acabei vestindo um colete salva vidas e indo fazer rafting,  de cara emburrada em um dia quente de verão, com meu mau comportamento acabando com toda a diversão do passeio.


Quando começamos a descer o rio, Greg virou para mim e disse firmemente: ” Veja, você conseguirá fazer isso se simplesmente parar de reclamar e me ouvir. Eu sei o que estou fazendo. Eu conheço suas habilidades. Apenas ouça o que eu lhe digo, e você ficará bem. Você é quem está tornando isso difícil”.

No papel, isso soa áspero, mas na verdade foi dito da forma como um treinador motivaria um participante teimoso. Greg já tinha me ensinado como me superar em longos trajetos de ciclismo e como subir morros íngremes. Ele estava certo – ele conhecia minhas habilidades melhor do que eu. Então, quando parei de resistir a ele, nós dois nos divertimos no rio. De fato, eu amei fazer rafting!

Naquele dia , Greg me deu dois presentes: um amor pelo rafting e uma compreensão sobre a importância de liderar e seguir. Ambos os papéis são necessários para qualquer união entre seres humanos. Líderes têm que ter pessoas os seguindo ou eles não estarão mais liderando. Um seguidor compreensivo e cooperador é tão necessário para o time quanto um bom líder.

O rafting provê uma ilustração perfeita disso. Um guia de rafting é o líder de vários outros remadores no barco. Alguns remadores podem ser novatos; outros podem ser bem experientes. Mas no rio, somente uma pessoa pode tomar decisões em águas turbulentas. Todo o restante tem que ouvir o guia e remar em sincronia – caso contrário, o time terá um indesejado mergulho nas águas agitadas.

 Por que ele está encarregado de navegar as águas turbulentas, o guia grita: “ Todos para frente! Puxem com força! ”. Mas se ele for o único remando, a manobra não terá sucesso. À medica que o barco se aproxima das águas agitadas, é importante que os remadores ouçam atenciosamente o guia e o que ele diz- tudo e prontamente. Trabalho coordenado de equipe evita o desastre.

Embora nenhum de nós fosse cristão naquele tempo, Greg me ofereceu uma avaliação honesta do meu caráter, assim como uma ilustração que me ajudou a entender o plano harmonioso de Deus para o casamento quando me tornei cristã menos de um ano mais tarde.

Este é o mesmo princípio encontrado na Escritura sobre o matrimonio. Deus nomeou o esposo para o papel de guia. O esposo é responsável por guiar o barco de acordo com as instruções que ele recebeu da Bíblia. Semelhante, Deus nomeou a esposa para o papel de remadora -companheira. Ela recebeu as instruções de remo de seu esposo, e juntos eles navegavam a turbulência da vida. E se ele não liderar bem, o barco pode andar em círculos. Se ela não seguir bem, o barco pode virar.

Como nova cristã, eu inicialmente recusei a ideia de papeis diferentes no matrimonio; no entanto, as lições aprendidas durante o meu passeio de rafting vieram à mente durante a minha curva de aprendizado teológico.

 Veja, mesmo como mulher solteira,  eu tive que decidir se iria acreditar na Palavra de Deus sobre esses papeis e confiar nela – e não apenas para o meu próprio benefício. Todas as vezes que estive em um casamento cristão, minha presença prometia que eu apoiaria o plano de Deus para o casamento.

Todas as vezes que meus amigos casados me falavam de suas dificuldades e tentações, eu tive a escolha de influencia-los com a perspectiva da Bíblia ou com as mais recentes teorias de autoajuda.

Portanto, eu precisava me aprofundar e me certificar de que entendia o que Deus estava dizendo em sua Palavra. Não precisamos da autoridade da experiência pessoal para aconselharmos uns aos outros, porque a Bíblia é suficiente para essa tarefa. O que  realmente precisamos conhecer a Palavra. […]

          Extraído do livro “Feminilidade Radical “. pág 117 a 119. São José dos Campos: Ed. Fiel             Publicado  com permissão.


Para saber mais sobre o livro, click no link abaixo.

https://www.editorafiel.com.br/vida-crista/656-feminilidade-radical.html



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Proverbios 31:26